Guia Ribeirão Digital. Uso de Técnicas de Geoprocessamento no Desenvolvimento de um Guia de Informações Municipais.

Uma base de informações georreferenciadas foi estruturada para o município de Ribeirão Preto e expressa sob a forma de um guia urbano. Foram gerados aplicativos para integrar componentes específicos de geoprocessamento referenciando informações gráficas e alfanuméricas. Isto resultou em um sistema com inúmeras opções de consultas para localização de endereços, bairros, CEP's, além de um módulo com informações e localização prévia de milhares de locais de interesse público divididos em temas, aos quais podem ser associados arquivos textos, imagens, vídeo e áudio.

Cadastro Técnico Urbano de Curitiba: Base Cartográfica Única - Erros, Acertos e Criatividade

As primeiras experiências de Curitiba com o Geoprocessamento aconteceram em 1984. Um ano antes, acontecia o SITAM - Sistema Cartográfico de Informação Técnica e Análise Urbana, que antecipava os preparativos para o que viria a ser o projeto de Geo da capital paranaense. No início, o que se procurava é o que ainda está por acontecer: unificar os dados em uma base cartográfica confiável.

Atualização da Base Geográfica Digital: A Experiência de Belo Horizonte com o Percurso Urbano

Uma vez superadas as fases iniciais de um projeto de geoprocessamento urbano, surge como grande desafio a manutenção da base geográfica digital. Como a dinâmica urbana no município de Belo Horizonte foi intensificada nos últimos anos, principalmente após a implantação do Programa de Orçamento Participativo, a atualização periódica da totalidade da base cartográfica através de levantamento aerofotogramétrico se tornou praticamente inviável, não só pelo alto custo, como também pela velocidade de transformação do espaço urbano.

Codificação de Favelas do Município de Belo Horizonte, Utilizando Tecnologias de Cadastro Urbano e Geoprocessamento

A Empresa de Informática e Informação do Município de Belo Horizonte S/A - PRODABEL, é responsável pela Manutenção das Bases do Cadastro Técnico Municipal – CTM e do Geoprocessamento, registrando informações cartográficas e geográficas, utilizadas pelos diversos órgãos que representam a Administração Pública Municipal.

Os Sistemas de Informação Geográfica na Gestão de PMOT – Formação, em Contexto de Trabalho, no Município de Àgueda

É actualmente reconhecida a insuficiência, para efeitos de ordenamento e gestão do território, da informação organizada em formato tradicional ou mesmo em formato digital, quando desprovida de inteligência geográfica. Torna-se assim urgente que se evolua para a informação geográfica estruturada topologicamente, em condições de se relacionar com outra residente em múltiplas fontes e que equacionada transversalmente resulta em economia de escala.

Estudo da Viabilidade Ambiental na Implantação de Pequenas Centrais Hidrelétricas no Alto da Bacia do Rio Jacaré-Guaçu

Em virtude da perspectiva de exploração do potencial em Pequenas Centrais Hidrelétricas como complemento a ser usado como alternativa energética, por exemplo, onde há vazios energéticos em que a transmissão e distribuição da rede é inviável, ou em que a obra civil já existe, procurou-se com o presente trabalho, discutir a viabilidade ambiental quando de sua implantação, bem como os fatores intervenientes neste processo.

Projeto Peruibe – Aplicação Metodológica Utilizando o Software ArcInfo 7.0 NT na Elaboração de Base Cartográfica em Formato Digital

O Município de Peruíbe está localizado em uma região periférica do litoral sul do Estado de São Paulo, apresentando considerável conservação de seus ecossistemas. Encontra-se, entretanto, sob crescente pressão, em função da expansão urbana vigente na região. Neste contexto, este projeto tem como objetivos oferecer subsídios ao planejamento da Estação Ecológica Juréia-Itatins e ao Plano Diretor Municipal.

Análise de Vulnerabilidade de um Parque Urbano Através de Módulos de Apoio à Decisão em Sistemas de Informação Geográfica

A urbanização nas regiões metropolitanas no Brasil produziu estruturas complexas, desiguais e compartimentadas. Encostas e áreas verdes foram e continuam sendo inadequadamente ocupadas, resultando em degradação ambiental e em riscos à segurança da população. A implementação de políticas de conservação dessas áreas passa pelo estudo e zoneamento como forma de subsidiar o manejo, a gestão e o monitoramento. O presente trabalho desenvolve um mapa de vulnerabilidade à ocupação urbana de uma área proposta para um parque no município de Porto Alegre, usando técnicas de geoprocessamento.

DOCUMENTAÇÃO DE BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS

O volume de dados armazenados em um GIS tende sempre a extrapolar as previsões feitas no momento de sua implantação. Isso decorre do potencial que um GIS desperta nas organizações a partir dos primeiros resultados obtidos. Acostumados muitas vezes com a cartografia tradicional, os técnicos, gerentes e empreendedores normalmente se surpreendem com os resultados práticos que um GIS pode gerar, o que, irremediavelmente, leva a um rápido acúmulo de dados.

REPENSANDO A FORMA DE COMERCIALIZAR GIS

Todos querem comprar GIS, mas poucos deveriam fazê-lo. Na verdade o que precisam é um “sistema cadastral”, um “sistema de gerenciamento de rede” ou um “sistema de meio ambiente”.
Quem entende de CAD, compra GIS como CAD. Isso é um grande erro porque GIS é um conjunto de ferramentas de sistema de base de dados muito mais parecido com um “Oracle” ou “Informix” do que com um CAD. Um sistema de base de dados precisa de

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