sexta-feira, 3 de julho de 2015

Projeto ZEE da BR-163 Inicia Com Trabalhos de Campo

30/08/2005

O Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), através da Superintendência Regional de Belém (Sureg-BE), iniciou, no período de 9 a 12 de agosto, os primeiros trabalhos de campo do Projeto Zoneamento Ecológico-Econômico da BR-163 (Cuiabá – Santarém), juntamente com órgãos do governo federal e estadual.

O zoneamento da BR-163 é um instrumento político e técnico de regulamentação do uso do território. A finalidade do projeto é fornecer, ao setor público e privado, informações geológicas, geoquímicas, hidrológicas, as potencialidades econômicas, as características sócio-econômicas e as restrições ambientais para o planejamento reacional da ocupação da área.

A primeira fase do zoneamento abrange uma área de 340.000 km2 ao longo da área de influência da BR-163 no estado do Pará. Os estudos constarão do levantamento dos dados físicos, bióticos e socioeconômicos. A segunda fase é referente à execução de mapeamentos geomorfológicos, pedológicos, bióticos, geológicos e hidrológicos, além de pesquisas de geoquímica ambiental e geologia médica. A última etapa trata dos trabalhos analíticos e da integração e interpretação dos dados obtidos em campo, sendo o produto final apresentado em forma de textos e mapas para estudos e pesquisas.

O Projeto deverá ser, periodicamente, revisto e atualizado como forma de passagem para um novo padrão de desenvolvimento sustentável para a população. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), através de sua Unidade Descentralizada na Amazônia Oriental, sediada em Belém é a responsável pela coordenação técnica do Projeto.

Participam no Projeto:
Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Universidade Federal do Pará (UFPA)
Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)
Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG)
Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam)
Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Sectam)

Fonte: CPRM

Pesquisa Permite Monitoramento de Agua e Nitrogênio em Lavouras

30/08/2005



Informações precisas sobre o status hídrico e a indicação dos níveis de nitrogênio em uma lavoura de milho poderão ser obtidos através de uma tecnologia que está sendo desenvolvida pela Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG). O objetivo é superar um dos maiores problemas enfrentados por técnicos e agricultores que utilizam alta tecnologia no gerenciamento e manejo de sistemas de produção agrícola em áreas irrigadas e de sequeiro: a caracterização e o mapeamento da variabilidade espacial e temporal das características dos solos e culturas.

O pesquisador Reinaldo Lúcio Gomide, da área de instrumentação e automação de processos e sistemas agrícolas, propõe a utilização de câmaras digitais de alta resolução que geram bases de dados e captam imagens multiespectrais, capazes de revelar as direções de propagação das ondas de luz, a textura, a cor e a fertilidade de nitrogênio de diferentes tipos de solo. O ponto de partida da pesquisa é a relação existente entre a temperatura das folhas, as direções dessas emissões de calor nas diferentes bandas do espectro e o status hídrico das culturas.

Sensores acoplados à uma câmara digital permitem analisar a parte visível e o infravermelho colorido do espectro das plantas. "Dependendo da direção e das cores das ondas de luz, podemos saber qual tipo de estresse a planta tem", afirma Gomide. A tecnologia permite, segundo o pesquisador, um melhor entendimento, caracterização e mapeamento dos estresses hídricos e de nitrogênio, além de um controle mais eficiente e racional das áreas de produção e dos insumos agrícolas.

FUNCIONAMENTO - A aplicação de água de irrigação e fertilizantes é geralmente feita em toda a extensão da área cultivada com base em valores médios de necessidade hídrica de culturas, disponibilidade de água no solo e fertilidade. Esta prática pode resultar em maior consumo de água e fertilizantes e provocar danos ao meio ambiente (contaminação de recursos hídricos), acarretando perdas econômicas.

Com a utilização das câmaras o problema é solucionado. O equipamento possui uma espécie de miniatura dos sensores que existem em satélites, como o LandSat, por exemplo. O diferencial é a proximidade da cultura, oferecendo maior resolução espacial e espectral. Imagens multiespectrais obtidas a partir de satélites possuem menor resolução espacial. A cobertura dos satélites atinge, aproximadamente, 900 m² e as imagens produzidas podem não refletir com exatidão o que está acontecendo nas diferentes etapas de crescimento da planta.

Informações fornecidas por imagens de satélites também podem ser perdidas ou prejudicadas pela freqüência de rotação. "Há necessidade de imagens com melhor resolução espacial e espectral, que sejam capturadas no momento certo da fase da cultura", pondera o pesquisador. A estratégia, segundo ele, é a intervenção nas próprias áreas de produção, com um monitoramento realizado em altitudes menores.

A utilização de câmaras digitais apresentam o diferencial de "varrer" toda a área de produção. Reinaldo Gomide sugere que o equipamento seja acoplado a um dirigível, controlado remotamente, por possuir maior dirigibilidade, capaz de registrar com precisão toda a faixa do espectro, desde o visível ao infravermelho colorido (CIR). Em experimentos realizados na Embrapa Milho e Sorgo, Gomide acoplou a câmara a uma estrutura provisória montada na carroceria de uma caminhonete, a 2,57 metros de altura da cultura do milho. "Podemos obter resoluções altíssimas da ordem de mm e detectar estresses hídricos e de nitrogênio na lavoura", expõe.

Como a câmara capta a parte visível e CIR do espectro, um software analisa e processa os pixels da imagem, mapeando e georreferenciando a lavoura. "O produtor pode fazer uma previsão de safra a partir de informações fornecidas pelas imagens", descreve. "A tecnologia permite um retrato fiel do que está acontecendo nas áreas de produção, oferecendo alternativas de interferência em locais específicos da lavoura, com um maior conhecimento da distribuição da quantidade de água na área, por exemplo, utilizando as plantas como indicadoras", relata.

Tecnologia está em aperfeiçoamento

Na Embrapa Milho e Sorgo, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, trabalhos de calibração dessas tecnologias de sensoriamento remoto estão sendo realizados em lavouras de milho irrigadas. Uma metodologia está sendo desenvolvida para correção e calibração das emissões de ondas de diferentes bandas de espectro estudadas em relação aos níveis de estresse hídrico, índices de vegetação e níveis de nitrogênio, levando em consideração a interferência atmosférica, a intensidade de iluminação e o ângulo solar (horário do dia).

Outros dados ambientais de solo, clima e cultura também estão sendo usados na calibração. As imagens e temperaturas das folhas das plantas, uma vez processadas, estão permitindo a caracterização e o mapeamento de áreas de produção de milho, possibilitando melhor entendimento dos fatores de produção "água" e "nutriente nitrogenado", um melhor controle das variabilidades nas áreas e uma utilização mais racional destes recursos.

Depois de concluída, segundo o pesquisador, a tecnologia tem potencial para utilização em áreas produtoras de milho nas regiões do Triângulo Mineiro e Centro-Oeste do Brasil, principalmente, na agricultura de sequeiro ou em perímetros irrigados. Na primeira condição, os mapas gerados pelo equipamento possibilitam melhor entendimento da variabilidade da distribuição de chuva em áreas de produção de sequeiro.

Já na agricultura irrigada, o diagnóstico da cultura pode auxiliar na programação de irrigações e na avaliação de desempenho dos diferentes sistemas, como análise da uniformidade de distribuição de água, vazão e eficiência de condução. "Pretendemos oferecer condições de uma utilização mais racional e aumento da eficiência do uso de insumos agrícolas e melhoria da produtividade da cultura do milho", conclui Gomide.

Conheça a equipe envolvida no projeto:
Antônio Marcos Coelho - Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo
Daniel Marçal de Queiroz - Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Francisco de Assis de Carvalho Pinto - Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Frederico Ozanan Machado Durães - Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo
Gisela de Avellar - Técnica de Nível Superior Embrapa Milho e Sorgo
Lei Tian - University of Illinois at Urbana-Champaign (UIUC / ABED)
Paulo Emílio Pereira de Albuquerque - Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo
Reinaldo Lúcio Gomide - Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo
Ricardo Augusto Lopes Brito - Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo
Wim Bastiaanssen - WaterWatch / IRS (Austrália)

Suporte e Apoio (Embrapa Milho e Sorgo)
João Batista Guimarães Sobrinho
Vilmar Ferreira Martins
Cleber Alves da Cruz
Amauri Fernandes de Souza
Carlos Roberto L. Pereira

Fonte: Embrapa Milho e Sorgo

Novas Tecnologias Atraem Público na Expointer 2005

09/02/2005

Manfra apresenta funcionalidades da utilização de produtos de georreferenciamento em diversos setores do agronegócio

Considerado um dos mais importantes eventos agropecuários e de maquinário agrícola da América Latina, está acontecendo até o próximo domingo, 4 de setembro, a 28ª Expointer 2005 (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS. O evento atraiu, até a tarde da última quinta-feira, dia 1º, quase 305 mil pessoas, registrando um faturamento na ordem de R$ 4,5 milhões apenas com venda de animais.

Porém, o diferencial da feira está ligado às tecnologias avançadas a serem utilizadas no campo e em atividades de precisão. Um dos grandes destaques foi a paranaense Manfra & Cia Ltda, que expõe os mais novos e modernos equipamentos para topografia, construção, mapeamento e GIS (Sistema de Informações Geográficas). Os lançamentos destacados pela empresa são a SmartStation, uma Estação Total com GPS integrado, e o sistema de localização de cabos elétricos e dutos DIGI System, ambos com aplicações nas áreas de topografia, construção e agronegócios.

Segundo o gerente comercial da empresa, Rubens Manfra, a busca por novas tecnologias foi um dos destaques da feira, atraindo um público diferenciado. “Os dois primeiros dias de feira especialmente foram bastante significativos para a empresa, já que tivemos a oportunidade de apresentar a utilização de equipamentos de topografia e geodésia em setores ligados à medição, localização e agricultura de precisão”, comenta.

Mais informações: www.manfra.com.br

Comunidade de Usuários Mapserver se Reúne em Santa Catarina

29/08/2005

A Universidade do Vale do Itajaí - Univali e o Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar - CTTMar realizam, de 11 a 13 de novembro, em Itajaí - SC, o II Encontro Nacional de Usuários MapServer.

A missão do evento é promover o conhecimento sobre o uso da tecnologia de webmapping por meio da ferramenta Mapserver, criando a oportunidade de um encontro dos usuários brasileiros para discussão de questões chave e estimulando a troca de experiências nos ambientes de negócio privado e público.

O evento busca atender às necessidades dos meios acadêmicos e empresariais que não possuem amparo na exploração desta tecnologia, destacando-se entre as iniciativas existentes a exposição prática da qualidade, potencial, possibilidades, e benefícios da incorporação da dimensão geoespacial, através do MapServer, ao software nacional.

A comissão organizadora receberá submissões de cases até 10 de outubro.

Exército e Incra Demarcarão Terras em Anapu - PA

29/08/2005

Equipes do Exército e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) devem chegar ainda este mês a Anapu (PA), cidade onde a missionária Dorothy Stang foi assassinada, para dar início à demarcação de terras. O anúncio foi feito esta semana durante reuniões com agricultores em Anapu e Altamira para tratar de questões agrárias.

A principal queixa dos agricultores e colonos é pelo atraso na demarcação dos Projetos de Desenvolvimento Sustentável, um dos sonhos de Dorothy Stang, e pela demora no trabalho de georreferenciamento das glebas da União no estado, o chamado Plano Pará. Este trabalho, feito com aparelhos de GPS e abertura de picadas na mata, vai definir quem está irregular e quem pode ser incluído nos programas de reforma agrária. Segundo o representante do Incra em Altamira, Bruno Kempner, com o georreferenciamento serão gastos R$ 27 milhões em todo o Pará, mas a área prioritária será Anapu.

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Anapu, Gabriel Nascimento, que também participou das reuniões, disse que a situação no município está tensa e há temor de novos conflitos porque as promessas feitas por políticos e governantes logo após a morte de Dorothy não foram cumpridas. O Sindicato já enviou carta ao ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, relatando a situação e cobrando do governo federal o cumprimento das promessas.

O procurador da República no estado, Felício Pontes Júnior, informou que os colonos estão cobrando os créditos de fomento e habitação, prometidos pelo governo federal. "Vamos oficiar aos órgãos federais novamente para tentar acelerar a liberação dos créditos, senão os agricultores continuarão à mercê da ação dos criminosos’, disse Felício.

Além de Anapu e Altamira, o procurador também esteve na gleba Mandacauari, outra área de conflito no estado. Segundo ele, os trabalhadores rurais do local deram prazo até primeiro de setembro ao governo federal para iniciar a demarcação. "Eles prometem fazer sozinhos o trabalho se isso não acontecer", revela Pontes. "É preocupante, porque isso significa que eles vão entrar em áreas reivindicadas por grileiros e vigiada por pistoleiros", acrescentou. A Procuradoria deve enviar ofício também à Polícia Federal pedindo mais segurança na região.

Fonte: Procuradoria da República no Pará

Amazônia: Satélites Registram Queda de 50% no Desmatamento

29/08/2005

Os números divulgados no dia 26 de agosto pelo Ministério do Meio Ambiente revelam forte declínio no desmatamento na região da Amazônia Legal. Os dados foram registrados pelo DETER (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), projeto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, com o apoio do Ibama e Ministério do Meio Ambiente. O DETER faz parte do Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia do Governo Federal, que mostra agora seus primeiros resultados.

Entre 25/08/2004 e 30/07/2005 (11 meses), foram identificados 9.100 km2 de novos desmatamentos, cerca de 50% a menos do que a área identificada no período de 27/08/2003 a 29/07/2004 (12 meses), que foi de 18.700 km2. Estes dados não correspondem à extensão completa do desmatamento, mas são suficientes para afirmar a sua queda na Amazônia.

O objetivo do DETER é fornecer ao governo e à sociedade informações sobre novas áreas de desmatamento na Amazônia. "O DETER subestima as áreas desmatadas, pois utiliza sensores de menor resolução espacial com alta freqüência de observação para reduzir as limitações da cobertura de nuvens", explica Gilberto Câmara, coordenador geral de Observação da Terra (OBT) do INPE. O projeto utiliza dois sensores. O MODIS, do satélite Terra, tem resolução espacial de 250m e freqüência de cobertura do Brasil de três a cinco dias. O WFI, do CBERS-2, apresenta resolução espacial de 260 metros e freqüência de cobertura do Brasil de cinco dias. "Devido à resolução espacial reduzida dos sensores MODIS e WFI, só é possível detectar com precisão desmatamentos recentes cuja área seja superior a 100 hectares. Por isso, os dados do DETER não são acurados para cálculo de área", completa o coordenador do INPE.

Os dados oficiais de desmatamento são computados pelo projeto PRODES, também desenvolvido pelo INPE, que utiliza os sensores TM/LANDSAT (resolução espacial de 30 m), e CCD/CBERS (resolução espacial de 20 m). No período Agosto/2003-Agosto/2004, os dados do PRODES apontaram uma taxa de 26.100 km2 de desmatamento. Os dados do DETER permitem ao INPE afirmar que as estimativas oficiais de desmatamento para o período Agosto/2004-Agosto/2005 deverão ser inferiores às registradas no ano passado.

Fonte: Inpe

LAUC 2005 Reúne Grandes Empresas no Rio de Janeiro em Setembro

24/08/2005


De 21 a 23 de setembro, o Rio de Janeiro sediará a XII Conferência Latino-Americana de Usuários ESRI – LEICA GIS - LAUC 2005, um evento que reúne expositores e congressistas do setor de geotecnologias.

Durante três dias, grandes empresas e organizações, nacionais e estrangeiras, discutirão aplicações e desenvolvimentos da geotecnologia, além de apresentar casos de sucesso na implantação do GIS (Geographic Information System ou Sistema de Informações Geográficas) em suas companhias. São nomes como Petrobrás, Cia. Vale do Rio Doce, WWF, Ibama, Embratel, Serasa, TIM, Ericsson, além de prefeituras, universidades e muitas outras empresas.

O evento acontece na Marina da Glória, situada numa das regiões mais belas da cidade. São esperados mais de 20 países participantes, com um público formado por especialistas, gerentes, diretores e tomadores de decisão dos principais mercados, como Telecomunicações, Utilities, Óleo e Gás, Meio Ambiente, Defesa e Segurança Pública, entre outros.

Inteligência Geográfica As geotecnologias englobam o GIS, a cartografia digital, as imagens de satélite, o sensoriamento remoto, sistema de posicionamento global (como GPS), etc. Alguns dos eventos mais recentes que mobilizaram o público ao redor de todo o mundo puderam ser noticiados e visualizados graças a essa tecnologia, dando a exata dimensão de sua relevância: a destruição causada pelo Tsunami, a comoção com a morte do Papa João Paulo II e a Guerra do Iraque são apenas alguns exemplos.

No entanto, este conceito vai além das imagens de satélite. Por meio da combinação de imagens, Sistemas de Informações Geográficas e conhecimento, os usuários de GIS transformam o mapeamento digital numa poderosa ferramenta para a tomada de decisões.

Os usos da geotecnologia vão desde aplicações militares até ambientais, governamentais, passando pela área de utilities, telecom, óleo e gás e assim por diante. Através desse sistema, uma empresa de telecom - ou a Anatel – pode conhecer e gerenciar todos os telefones de cada localidade do Brasil, incrementando, assim, este serviço à comunidade. Uma empresa que atua no segmento de logística pode fazer um planejamento de transportes, estabelecendo as melhores rotas para obter resultados mais eficazes. Uma companhia de energia é capaz de manter atualizadas as informações cadastrais de seus ativos elétricos permitindo sua gestão eficiente. Em São Paulo, por exemplo, cada lâmpada de iluminação pública é gerenciada através do Sistema de Informações Geográficas.

De acordo com a revista Nature, o mercado mundial geoespacial deve ter um crescimento de mais de 20%, passando a US$30 bilhões em 2005. Nos Estados Unidos, as áreas mais ativas são Governo, Segurança e Defesa, Transporte e Logística e Meio Ambiente.

"Esperamos reunir analistas, desenvolvedores e especialistas em GIS para que possam compartilhar informações a respeito de suas aplicações e projetos desenvolvidos, fortalecendo a comunidade de usuários latino-americanos e a cultura tecnológica na região", explica Enéas Rodrigues Brum, presidente da empresa Imagem, organizadora do evento.